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AOS ATEUS E RELIGIOSOS, PROPONHO UMA REFLEXÃO

Senhores e Senhoras, Antes de tudo quero agradecer vossa atenção.
Bem, estava cavalgando pelo Yahoo Respostas quando achei esta preciosidade de pergunta: “Por que os religiosos odeiam ateus?

Eu nem olhei as respostas, minha língua começou a coçar, ou melhor, meus dedos. Vim direto pra cá convidá-los a mais uma reflexão (Pra mim, refletir é melhor do que questionar, porque acho que quem questiona na maioria das vezes não quer saber a resposta, só está interessado em expor/impor seus ideais, ou melhor, sua “inteligência superior”)
Bem, estava ponderando sobre esta questão e logo me veio à mente duas perguntas: Quem são os religiosos? E quem são os Ateus? Confesso que pensei, pensei, espremi, mas não saiu uma gota de pensamento! Daí tive uma idéia, por que não relacionar os pontos comuns entre Religiosos e Ateus pra ver se consigo chegar a uma conclusão, ou perto disto.

Antes disto, achei por bem expor dois homens que julgo serem os mais honestos e sinceros como crivo desta relação:



Então lá vai, segura aí...
  • Tanto religiosos quanto Ateus são preconceituosos;
  • Tanto um Ateu, quanto um religioso se acham superiores um ao outro, o primeiro por causa de seu pensamento lógico conciso, o segundo por se achar mais inteligente porque “conseguiu” compreender coisas espirituais;
  • Ambos não sabem ouvir (ouvir é diferente de escutar heim!)
  • Ambos tem conflitos, perguntas sem respostas, questões maus resolvidas, falta de paz interior, feridas emocionais, traumas, angústias e não percebem que são iguais;
  • Ambos procuram se defender a fim de se justificar diante de algo que nem eles sabem, ou desconhecem, e nesta salada toda usam de argumentos e pensamentos que beira, na maioria das vezes, à infantilidade;
  • A maneira como constroem seus pensamentos são iguais, só que pensam em coisas diferente (meio confuso não?)
  • Enfim ambos são iguais, estão no mesmo barco, a diferença é que um rema pra frente e o outro rema pra traz (meu conselho pra ambos é que sem bussola eles não vão a lugar algum)

Calma! Talvez alguns neste momento querem saber com que autoridade eu classifico tanto um quanto o outro, ou pior, querem saber quem me constituiu Juiz para me colocar superior a estes dois grupos e julgá-los, enfim, alguns devem estar questionando de que lado eu estou! No que creio ou no que não creio.

Senhores e Senhoras, antes de refutar seus possíveis pensamentos, gostaria de dizer no que creio. Creio que até os religiosos tem momentos de incredulidade (se forem sinceros descobrirão isto), mas também creio que os Ateus, no fundo, no fundo, não querem admitir que crêem em alguma coisa, ou em alguém (duvidar e crer é intrínseco ao ser humano, religioso ou não).
Ok, vou dizer então no que creio! Não disse antes para que alguns não cometessem o erro de julgar de forma preconceituosa a fim de formularem de modo simples e livre suas REFLEXÕES (acho mais nobre refletir do que debater, debate é pra tolos e medíocres – acho que já disse isto!!!).

Creio que o mais importante não é crer! Não estou buscando uma crença ou ter argumentos lógicos que sustentem esta crença, Pra mim, o mais importante é ter fé, Fé e crença são coisas completamente diferentes - EU POSSO PROVAR ISTO!

“Fé é a confiança inabalável no caráter de Deus”

Por isto, decidi ter fé na pessoa de Jesus, um dia olhei pra dentro de mim e vi que não tinha nada a perder ou a ganhar no simples fato de dar CREDIBILIDADE às palavras de Jesus como estas:

“Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim” Jo 14:6

“Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne”. Jo 6:51

“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna”. Jo 4:14

“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá” Jo 11:25

Diante destas palavras (que homem algum jamais as pronunciou) eu pensei, ou Jesus era louco, ou Ele era quem realmente dizia ser. Amigo, há uma diferença muito grande do Jesus pregado por religiosos ou daquele que é refutado pelos ateus. Olha, isto é diferente de seguir alguma religião ou de concordar com algum filósofo muito inteligente. Decidi isto por mim mesmo, e estou muito satisfeito. Eu não sou o dono da verdade, nem tenho respostas pra tudo, ainda como feijão, farofa, bife e ovo (sem cebola ok) igual a você. Só sei que depois que resolvi dar credibilidade, confiança, nas palavras daquele carpinteiro algo tem acontecido dentro de mim, uma verdadeira revolução (não dá pra crer nisto, nem pra explicar, só experimentar), não, não, as coisas não melhoraram não, só que passei a encarar a vida com mais coragem, perdi o medo de algumas coisas (do escuro também), descobri que sou humano, fraco, frágil, descrobi que não tenho que ter o controle de tudo em minha vida, estou aprendendo a esperar, legal né! Descobri que cometo erros e o pior, sua conseqüências caem sobre mim. Não é uma questão de um Deus irado que vai me lançar no inferno se não guardar seus mandamentos (isto é coisa de religião), não, mil vezes não, é uma questão de um Deus amoroso que se compadeceu de mim, mesmo eu sendo alguém tão horrível, tão implacável comigo mesmo, insensível (amigo, gostaria que você pudesse olhar em meus olhos agora pra ver se estou sendo ou não sincero)

Conclusão: Não é a crença em Deus que está em jogo, ou em alguma religião, na verdade, é a crença nas palavras de Jesus Cristo. Aos que não crêem tem somente o direito de desprezar, porém, aos que crêem, certo é que brotam em seus corações a Fé, que é a confiança inabalável no caráter de Deus

UM ABRAÇO E BOA REFLEXÃO

postado em 20 de julho 2009

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